quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Reunião quizenal do grupo 28 de junho

Venha para nossa reunião quinzenal do grupo 28 de junho

Pauta:


1- o que cada pessoa um poder fazer no dia da parada. ( distribuição de responsabilidades )

2- 4ª Mostra de cinema lgbt de Nova Iguaçu:

Uma homenagem a PEDRO ALMÓDOVAR


Uma parceria do grupo 28 de junho e Universidade Federal Rural de Nova Iguaçu.
Dentre outros temas congêneres.


3- Festa do dia dos pais, 28 de Junho confraternizando com a população de Nova Iguaçu










Mais informações;

Contato
( Eugenio Ibiapino) 993628785 CLARO)
Luciano Pereira ( 988093507 OI)
Pedro Oliveira (99737-3319 CLARO)

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Advogado dá dicas do que falar e o que fazer quando um estabelecimento proibir o seu beijo gay

Não é de hoje que escutamos, vemos ou enfrentamos situações em que estabelecimentos comerciais proíbem um beijo, um selinho ou gestos de carinho de casais formados por pessoas do mesmo sexo.

Recentemente, um casal gay foi agredido após trocar um beijo no restaurante Sukyia, da Rua Augusta. Outro foi proibido de dar um selinho no hipermercado Extra, no shopping Aricanduva, em São Paulo.

Pensando nisso, o A CAPA pediu para que o advogado Thales Coimbra, especialista em direito LGBT, desse dicas e alternativas para enfrentar o preconceito de seguranças, empresários (...) quando saímos em casal.

Thales afirma que o restaurante pode proibir determinados comportamentos dentro do espaço e que até tem o direito de selecionar a clientela - cobrando caro ou exigindo determinado traje - mas que não pode ter exigências discriminatórias com base em identidade de gênero e orientação sexual.

Ou seja: "Se o restaurante não quer beijo gay, também terá que coibir o beijo heterossexual, caso contrário incorrerá a discriminação".

- O que fazer se um segurança vier dizer que não posso dar um beijo no meu namorado, marido ou parceiro no estabelecimento?

- Peça para falar com o responsável por essa ordem. Nunca, em hipótese alguma, discuta com o segurança. Além de não resolver nada, você só vai esquentar sua cabeça, correndo o risco de ser agredido.

- Antes de falar com o gerente, procure documentar essa conversa, por meio de áudio e/ou vídeo, além de testemunhas - afinal, você também não quer ser agredido pelo gerente.

- Ao falar com o responsável, mencione seus direitos e diga que a exigência é ilegal. Caso ele insista, avise que você terá que chamar a polícia.

- Faça isso, procure testemunhas que estejam ao seu lado e tenha muita paciência, pois nem sempre os agentes estatais são capacitados para lidar com casos de discriminação. Lembre-se que você não fez nada de errado e tenha calma.

- Caso a ocorrência se dê em dias úteis e no horário comercial, você pode acionar o DECRADI (Delegacia de Crimes de Ódio e Intolerância), pelo número 3311-3555.

- E se eu me sentir acuado?

Nunca seja ingênuo de fazê-lo sozinho ou sem registrar o que está acontecendo. Assim você coloca em risco sua integridade à toa. Procure alguém para acompanha-lo e grave tudo. De preferência, o faça escondido, pois você não quer provocar a raiva do agressor. Volto a dizer, nunca perca seu tempo com pessoas que não vão resolver nada. Vá falar diretamente com o responsável pelo estabelecimento.

- Em caso de agressão física ou moral, a quem recorrer?

Sempre recorra à polícia. Independentemente de homofobia ser crime ou não, você é uma pessoa que foi agredida e ela tem o dever de te socorrer. Como disse antes, se a agressão tiver ocorrido em dias úteis e no horário comercial, você pode acionar o DECRADI (Delegacia de Crimes de Ódio e Intolerância), pelo número 3311-3555.

- Um estabelecimento pode pedir para o cliente gay não se beijar no espaço?

O restaurante pode proibir certos comportamentos dentro de suas dependências, afinal ninguém é obrigado a consumir aqui ou ali. Além disso, ele tem o direito de selecionar sua clientela, por exemplo, cobrando caro ou exigindo um traje assim ou assado. No Jockey Clube de SP, por exemplo, homem não entra sem calça.

O que não pode ser feito, porém, são exigências ilegais, isto é, que violem a lei, por exemplo exigências discriminatórias com base em identidade de gênero e orientação sexual. Se o restaurante não quer beijo gay, também terá que coibir beijo heterossexual, caso contrário incorreria em discriminação.

- Qual é a pena para um restaurante que tenha a postura e ação discriminatória?

No caso do beijo gay, o artigo 2º, inciso VIII, da lei estadual n. 10.948/2001 classifica como ilícito administrativo a discriminação de casais gays. A pena para o estabelecimento comercial varia da simples advertência, passa pela pena de multa (que varia de 20 a 60 mil reais) e pode chegar a suspensão ou cassação da licença estadual de funcionamento.

Isso não exclui uma ação civil de indenização por danos morais, tampouco uma ação criminal, já que a conduta constitui crime contra o consumidor (Recusa de atendimento), cuja pena varia de 2 a 5 anos, de acordo com o artigo 7º da Lei n. 8.137/1990.

- Dos casos que se tornaram público e que chegam até a você, as pessoas tomam alguma medida legal?

As pessoas costumam procurar, sim, meu auxilio legal. No entanto, poucas pessoas realmente dão seguimento no processo e isso por inúmeros motivos. Tem gente que simplesmente quer esquecer o ocorrido, mas se equivoca ao acreditar que não tomar nenhuma providência vá ajudar. Está colocando a sujeira embaixo do tapete e isso pode ter consequências psicológicas no futuro, por se tratar de problema não resolvido. Tem gente que não tem dinheiro para contratar um advogado ou simplesmente tem outras prioridades no momento. Cada um sabe o que lhe incomoda mais. E tem gente que nem tem conhecimento dos seus próprios direitos.

- Qual é a importância da denúncia?

Quando elas buscam a Justiça, elas não estão apenas resolvendo um problema pessoal, mas um problema que assola todos nós. E se a vítima abre mão de buscar seus direitos, ela legitima o sistema que existe hoje, em que LGBT vivem com medo. Afinal, o agressor sabe que pode fazer o que quiser, pois ninguém fará nada.

Fonte

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Novelas ajudam gay ser mais aceito, afirma autor Silvio de Abreu

Durante uma pergunta feita pelo público presente no sábado (2) na Casa do Autor Roteirista, atração paralela à 12ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), Silvio de Abreu pediu licença e fez uma observação. O autor de novelas falou sobre como essas obras pautam a sociedade e, inclusive, ajudam a combater o preconceito com os gays.

“Ela não modifica sua cabeça, mas ela coloca os temas que serão discutidos, que poderão ter uma consequência maior dentro da sociedade, eu acredito. Acho inclusive que a aceitação maior do homossexual se deve muito às novelas, porque quando a gente passou a fazer isso [colocar personagens gays na TV], passou a mostrar que não era nenhum bicho de sete cabeças”, afirmou.

Ele participou de um encontro com o público mediado pela escritora e também autora de novelas Thelma Guedes e pelo cineasta Newton Cannito, curadores da Casa do Autor Roteirista, criada em 2013. Durante o bate-papo, lembrou o início da carreira, contou casos curiosos e falou do processo de criação na teledramaturgia, que pode não funcionar se for “muito racional”.

“Novela é entretenimento. Pode trazer ideias, discussões, mas o que interessa é ela ser lúdica, é ela mexer com a emoção do público. Não acredito que a novela se comunique através da razão, toda novela que é muito racional não se comunica. Ela comunica através da emoção. Emoção de você não saber o que vai acontecer”.

Segundo Silvio de Abreu, a narrativa dessas obras “não é filme, não é romance” e deve continuar independente do que acontecer com o elenco. Ele considerou que as novelas podem ser comparadas ao cinema norte-americano devido à agilidade que exige dos atores, que gravam sem ensaios.
“É como é. O diretor chega: ‘Decorou? Faz isso, faz aquilo... Vamos gravar? Vamos gravar’”, contou. “Se o cara [ator] não tiver pronto... Cinema americano é assim também”.

“Como autor, escrevo para o ator. Pra mim, a coisa mais importante da novela é o ator. Casting é 90% da novela”, disse. “O que faz sucesso não é elenco de estrela, é elenco bem escalado”.

'O buraco é mais embaixo'

Ele acredita, porém, que “novela é um produto de equipe”, apesar do autor às vezes sair como único culpado se a audiência não for boa. Outro problema apontado por Silvio de Abreu é que todos acham que podem escrever novela e não é bem assim, porque “quando você vai fazer, percebe que o buraco é mais embaixo”.

“Não é todo mundo que quer escrever novela que tem talento para isso. A peneira também é apertadinha, porque todo mundo acha que sabe”, opinou. “Se você tem personagens bem embasados, pode levar [a novela] para onde quiser. Se não tem embasamento humano forte, não adianta, você não vai conseguir pegar o público”.

O autor ainda comentou sobre trabalhar na supervisão de textos da teledramaturgia e a importância de ensinar a nova geração de autores para manter a existência do gênero.

“Supervisionar novela não é fazer o autor fazer a novela que está na sua cabeça, é fazer novela que está na cabeça dele. Em que eu posso contribuir para isso?”, questionou.

“Se você não tiver novos autores, o gênero vai morrer. Se o gênero morrer, a classe artística brasileira vai ficar sem ter um meio de se apoiar, porque o cinema paga muito pouco, teatro você faz hoje, não sabe de amanhã, tem dificuldade para atrair público. E novela não, novela é uma indústria.”

Fonte: G1

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Documentário "Eu vos declaro"

O documentário "Eu vos declaro..." foi criado por Alberto Pereira Junior com direção de Alberto Pereira Jr. e realizado com o apoio do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria de Cultura do mesmo estado, participou da 7ª Mostra de Cinema e Vídeo de Miracema, no Tocantins. Também esteve na 20ª edição do Festival Mix Brasil, no Rio de Janeiro e em São Paulo, além de competir no 6º For Rainbow, em Fortaleza, no Ceará.

No vídeos vemos a declaração de vários casais homossexuais, como eles se conheceram e suas experiências de vida como inseminação artificial e casamento. Um dos depoimentos é de um casal transexual, male to female e female to male, muito interessante para o conhecimento de todos os casais existentes no meio LGBT (Lesbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais).
Abaixo assistam o documentário:
 
 

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Próxima reunião do grupo 28 d ejunho




























Venha á reunião do grupo 28 de junho.

Data. dia 25 de julho - Sexta feira
Ás 19 horas.
Rua Pascoal Moreira 233
Na Quadra da escola de samba bandeirante.
Bairro bandeirante.
Ref
ônibus que vai de nova Iguaçu para Austin ou morro agudo
Descer em frente a danceteria gregos e troianos.

Fique atento!

ASSUNTO
1- 11 a Parada LGBT
2- 4ª Mostra de cinema LGBT de Nova Iguaçu
3- Diretoria do grupo 28 de junho
Dentre outros temas


Sua presença é muito importante!!

Contato
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